segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Jornalistas e políticos rendem homenagem a João Falcão


Fernando Schmidt, Assessor Especial, representou o governador Jaques Wagner no enterro do corpo do jornalista, escritor, empresário e militante histórico comunista João da Costa Falcão. O governador estava em Ilhéus, mas, divulgou seu pesar. O Hino Nacional e o Hino de Feira de Santana foram executados por uma mini-banda da Polícia Militar. João Falcão foi o fundador do Jornal da Bahia que marcou época de 1958 a 1990, ano em que foi comprado por aventureiros.

A cerimônia foi realizada na campa da família Falcão, no Cemitério do Campo Santo, após missa de corpo presente, celebrada pelo padre Aderbal Galvão, diretor da Rádio Excelsior da Bahia. Uma multidão compareceu e também políticos importantes como os ex-governadores Roberto Santos, João Durval Carneiro e Waldir Pires, a senadora Lídice da Mata, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, o deputado federal Emiliano José, o ex-deputado federal João Almeida, o deputado federal Colbert Martins Filho, o ex-prefeito de Feira de Santana José Ronaldo, o vice-prefeito de Feira Paulo Aquino, entre outros.

Serra não resolve problemas do PSDB e fala do PT, diz Lula


O ex-Presidente Lula rebateu nesta sexta-feira comentário feito pelo ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB), de que a chance de Lula voltar a ser candidato à Presidência em 2014 seria "muito alta". Durante palestra realizada a convite das Forças Armadas na Escola Superior de Guerra, na Urca, no Rio de Janeiro, Lula disse que Serra deveria deixar de falar sobre o PT e cocentrar-se nos problemas do PSDB.

Em entrevista ao jornal espanhol El País publicada na quinta-feira, Serra afirma que Lula "nunca deixou de estar em campanha", já que continua a atacar a oposição. "A probabilidade de Lula ser candidato nas eleições presidenciais de 2014 é muito alta", disse o ex-governador.

"O Serra deveria falar sobre o PSDB. Não consegue resolver os problemas e vem falar do PT. É demais, não é? O Brasil tem uma candidata em 2014 chamada Dilma Rousseff. Ela é presidenta do Brasil, vai fazer um governo extraordinário e só há uma possibilidade de ela não ser candidata, que é se ela não quiser", afirmou Lula nesta sexta-feira.

A ‘Disneylandia’ do filho de FHC


A perseguição da mídia a Lula e à sua família não terminou depois que ele deixou o poder. Desde a semana seguinte à posse de Dilma Rousseff, em janeiro, que os ataques ao ex-presidente miram todo e qualquer aspecto de sua vida particular – desde os valores que cobra para dar conferências (como faz seu antecessor Fernando Henrique Cardoso desde que deixou o poder) até as atividades privadas de seus familiares.
Essa perseguição obstinada, irrefreável e interminável acaba de ganhar mais um capítulo. Neste domingo, o jornal Folha de São Paulo expõe uma neta do ex-presidente-operário, Bia Lula, de 16 anos, que integra o elenco de uma peça de teatro que recebeu financiamento de 300 mil reais da operadora de telefonia OI. A matéria insinua que o financiamento só ocorreu devido à influência de Lula.
Este post, porém, não pretende questionar a função fiscalizadora da imprensa nas democracias e, sim, a seletividade nessa fiscalização. Não é ruim que a imprensa fiscalize a vida privada dos políticos desde que não faça isso em benefício de outros políticos, tornando-se partícipe do jogo político-partidário, o que lhe retira a credibilidade, razão pela qual esses conglomerados de mídia negam até a morte que têm qualquer preferência política.

O mito do planejamento tucano nas obras viárias da região metropolitana de São Paulo


O governo do Estado de São Paulo, nas mãos do PSDB há 16 anos, sempre se gabou de excelência administrativa, com seus “choques de gestão” e com a qualidade de seu planejamento, marca registrada de uma administração supostamente austera na realização e cumpridora de prazos. Não é o que os munícipes têm visto. A seguir, estão expostos alguns casos nos quais a falta de planejamento, alem de causar atraso no prazo de entrega das obras, acarreta um sobrepreço, muito superior aos gastos previstos inicialmente na licitação. A má gestão do dinheiro público e o seu consequente desperdício são a real marca dos governos do PSDB em São Paulo.

Na Jacu-Pêssego, o aumento do valor da obra chega a 175%
A Jacú-Pêssego é uma avenida da capital paulista construída em 1996. Com a inauguração, em 2008, do acesso Rodovia Airton Sena, foi anunciado o seu prolongamento, entre o trevo da Avenida Ragueb Chohfi, na zona leste da capital, até a Avenida Papa João 23, em Mauá, possibilitando aos motoristas chegar ao trecho sul do Rodoanel. Essa obra, que fazia parte do calendário eleitoral de inaugurações do ex-governador e candidato a presidente derrotado José Serra, foi entregue incompleta e com atraso em outubro de 2010. O gasto inicial previsto na licitação, de R$ 835 milhões, dobrou até essa data, para atingir R$ 1,9 bilhão. Já consumiu dos cofres públicos R$ 2,3 bilhões – 175% de sobrepreço - e a ultima previsão do governo é que estará concluída somente em setembro. Até lá, os moradores dos bairros da zona leste continuarão a sofrer com as enchentes, devido a falta de obras de infraestrutura para a solução do problema, e os motoristas, a conviver com os assaltos que ocorrem com frequência na via, por falta de iluminação.

São Paulo à venda


Sem que isso seja muito evidente, Gilberto Kassab está patrocinando um novo ciclo de especulação imobiliária na cidade. O mesmo setor que contribuiu com milhões para a eleição do prefeito em 2008 está sendo beneficiado em operações urbanas mais do que duvidosas, justamente a um ano da próxima campanha municipal.

De várias maneiras, regiões de São Paulo estão sendo terceirizadas, alienadas ou vendidas para o mercado. O caso mais flagrante é o da "troca" de áreas públicas por creches -ideia que partiu do Secovi, o sindicato do setor imobiliário....

Kassab havia prometido zerar a carência de vagas nas creches. Há mais de 140 mil crianças na fila de espera. Perto do fim do mandato, o problema social se transforma em oportunidade de negócio. Afinal, alguém precisa lucrar com a promessa que não será cumprida.Quem acredita que as construtoras beneficiadas com áreas nobres farão adequadamente 200, 300, 400 creches na periferia?