Reinaldo Azevedo, para quem não conhece, é um senhor de certa idade, que deveria se dar ao respeito (mas não se dá) e escreve na latrina que se vangloria de ter a maior tiragem das revistas nacionais.
Azevedo, para quem acompanha, espalha palavras de ódio através das páginas impressas e da internet, acobertado pelo marco da liberdade de imprensa, direito do qual ele abusa todos os dias para mentir, defenestrar, achincalhar e jogar na lama a reputação de todos aqueles de quem ele não gosta e especialmente, de todos aqueles de quem seus patrões não gostam.
Afinal, como bem sabemos, nada melhor do que um cão sabujo para fazer as vezes de quem não tem a coragem de mostrar a cara e vestir a suástica.
A respeito do nazista norueguês que matou quase cem pessoas esses dias, Azevedo teve a coragem e a desfaçatez de desdizer aquilo que o próprio assassino disse. Azevedo falou que o discurso dele não tinha intenções políticas. Ora, como não tinha? Ele mesmo falou que queria interromper o crescimento das esquerdas em seu país e em toda a Europa, especialmente dos partidos trabalhistas! Isso não é político?

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