domingo, 24 de março de 2013

'THE ECONOMIST' IMPULSIONA CANDIDATURA AÉCIO


Revista britânica elogia gestão do senador Aécio Neves (PSDB-MG) como governador de Minas Gerais e diz que "uma dose do 'remédio mineiro' pode fazer bem ao Brasil"; segundo a publicação, contudo, o pré-candidato do PSDB terá de superar a popularidade da presidente Dilma Rousseff e contar com uma piora mais rápida da economia brasileira para vencer em 2014
22 DE MARÇO DE 2013
Minas247 - A revista britânica 'The Economist' enche o senador Aécio Neves (PSDB-MG) de elogios em sua edição desta semana. Em artigo intitulado The Minas medicine (algo como 'o remédio de Minas'), a publicação louva a excelência na gestão de Aécio enquanto governador de Minas Gerais (2003 e 2010) e diz que "uma dose do remédio mineiro pode fazer bem ao Brasil".
A Economist destaca que Aécio herdou o estado "próximo da falência" e que, com um choque de gestão, entre outros programas de austeridade, transformou Minas no Estado mais bem gerido do país, segundo executivos brasileiros consultados em uma pesquisa da consultoria Macroplan. "Na última década, os mineiros se acostumaram à noção de que eles merecem bons serviços em troca de suas taxas", diz o texto.
"Graças, em parte, a seu sucesso governando Minas, Mr. Neves está perto de se tornar o candidato do PSDB, o maior partido de oposição, na eleição presidencial do próximo ano. O PSDB de Minas resume o choque de gestão como 'gastar menos com o governo e mais com os cidadãos", destaca a revista, que diz que "essa mensagem poderia ter apelo em nível nacional". "Maior prosperidade significa que assuntos não-econômicos, como escolas públicas pobres e assistência média, migraram para o topo da lista de preocupações dos brasileros", segue o texto.
Segundo a publicação, contudo, o pré-candidato do PSDB terá de superar a popularidade da presidente Dilma Rousseff, reforçada por mais uma pesquisa publicada nesta semana, e contar com uma piora mais rápida da economia brasileira para vencer em 2014. "Uma dose do remédio mineiro pode fazer bem ao Brasil. Mas a não ser que os sintomas piorem rápido, Mr. Neves terá dificuldade para convencer o paciente a lhe dar uma chance", finaliza o artigo.

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